segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Para os fãs de Lost


Também falaremos um pouquinho sobre a série;

Lost só recomeça nos Estados Unidos em 2 de fevereiro, mas as filmagens seguem a todo vapor no Havaí - e pequenas informações não param de surgir. O sempre competente DarkUFO publicou alguns desses aperitivos da última temporada ontem. Siga lendo por sua conta e risco. A partir daqui são apenas spoilers:

  • Uma boa parte do episódio de estreia da temporada, "LA X Part 1" será ambientada no Vôo Oceanic 815
  • Desmond estará no vôo
  • A estátua será vista do avião
  • Jack e Kate vão se encontrar
  • Jack salvará Charlie - outra vez
  • Kate dará uma surra no policial
  • Veremos a morte de Juliet - mas não sem um último beijo
  • Jacob aparecerá para Hurley
  • Sawyer e Jack vão brigar

E confira também outras notícias, estas publicadas pelo E!:

  • Um personagem antigo morrerá em uma das primeiras quatro horas do programa - e sua morte promete ser chocante
  • Outro personagem ficará muito perto da morte - e por suas próprias mãos
  • Um novo vilão será apresentado - e fará Ben Linus parecer um bom moço
  • Maggie Grace (Shannon) não retorna - mas sua ausência será explicada por uma modificação na história da personagem e Boone (Ian Somerhalder)

O canal AXN exibe a sexta temporada a partir do dia 9 de fevereiro - apenas uma semana após a estreia nos Estados Unidos.

O que o cinema nos reserva em 2010?


Ogros adoráveis, super-heróis irônicos, vampiros, lobisomens e bruxos adolescentes, além de quarentonas chiquérrimas agindo como menininhas quando se trata de amor. Já viu todos esses elementos antes, não? Pois o 2010 nas telonas será primordialmente uma somatória desses personagens tão conhecidos da última década. As continuações de Shrek, Homem de Ferro, Crepúsculo, Harry Potter e Sex and the City estão entre os filmes mais aguardados do próximo ano.

Dessa leva, o primeiro a chegar ao País é Homem de Ferro 2, no fim de abril. Jon Favreau continua na direção da adaptação dos quadrinhos da Marvel Comics. Robert Downey Junior volta ao papel do milionário Tony Stark, cujo alter ego é o justiceiro voador. Reforçam o elenco da segunda parte Scarlett Johansson no papel da Viúva Negra e Mickey Rourke como Whiplash (ou Chicote Negro, como também é conhecido no Brasil).

Em maio é a vez de Sex and the City 2 chegar ao Brasil. O trailer oficial não revela muita coisa sobre a história, mas sabe-se que Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Samantha Jones (Kim Cattrall), Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) e Charlotte York (Kristin Davis) vão parar no Oriente Médio. Em agosto, a um mês do início das filmagens em Nova York, o governo dos Emirados Árabes não autorizou a rodagem de uma parte do longa-metragem em Dubai. O primeiro filme arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo.

Aquecendo as férias da molecada, estreia no fim de junho Eclipse, terceiro filme baseado na série best-seller Crepúsculo, da escritora norte-americana Stephenie Meyer. Na sequência, a mortal Bella Swan (Kristen Stewart) e o vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson) finalmente voltam a ficar juntos, mas a mocinha tem uma porção de decisões a tomar, entre elas, seu papel na luta entre os vampiros e os lobisomens, o que a afasta ainda mais do amigo Jake (Taylor Lautner), que representa o outro lado.

Já Shrek Para Sempre estreia em julho, em pleno recesso escolar de inverno. A quarta aventura da horrorosa criatura verde e de sua família com a princesa Fiona é também a primeira em que os produtores resolveram utilizar tecnologia em 3D.

A adaptação do livro Harry Potter e as Relíquias da Morte, que encerra a saga do personagem criado por J.K. Rowlings, foi dividida em duas partes. A primeira, já no estágio de pós-produção, chega em novembro aos cinemas brasileiros. A segunda está sendo filmada e só estreia em 2011. No encerramento da saga, Harry (Daniel Radcliffe) conta com a ajuda dos amigos Hermione (Emma Watson) e Ron (Rupert Grint) para derrotar o vilão Voldemort (Ralph Fiennes), que agora está no controle de Hogwarts, onde eles estudaram.

CLÁSSICOS - Fora do grupo das continuações, Sherlock Holmes, também era bastante aguardado. A boa notícia para os mais curiosos é que a história já estreia no dia 8. A aventura, baseada na obra de Arthur Conan Doyle, retrata uma faceta pouco usual de um dos mais famosos detetives da ficção. Também com Robert Downey Junior no papel principal e dirigido por Guy Ritchie, o longa ganhou uma leitura pop: Holmes chega a protagonizar lutas dignas de filmes chineses. Jude Law interpreta Watson.

Alice no País das Maravilhas, adaptação de Tim Burton para clássico de Lewis Carroll, também é bastante aguardado e chega em março, em versão 3D. A atriz australiana Mia Wasikowska ficou com o papel principal e o parceiro frequente Johnny Depp interpreta o Chapeleiro Maluco. Na história bolada por Burton, Alice tem 17 anos e já faz dez anos desde seu último encontro com aquelas criaturas fantásticas.

Robin Hood também ganha nova adaptação, com Russel Crowe e Cate Blanchett no elenco e direção de Ridley Scott (com quem Crose já trabalhou em outras quatro ocasiões). A previsão de estreia é em maio.

REFILMAGEM - Também programados para 2010 estão as estreias de refilmagens de títulos que foram marco nos anos 1980. O primeiro é Footlose, que foi filmado originalmente em 1984, com Kevin Bacon no papel principal. Chace Crawford, de Gossip Girl, ganhou o papel do garoto agitado que chega a uma cidade em que é proibido ouvir música e dançar.

domingo, 3 de janeiro de 2010

entrevista com Ashley Greene

Sobre Alice Cullen: “A garota mais feliz, atrevida e fofa que você esperaria.”

Sobre a mudança para Los Angeles no último ano do ensino médio: “Você tem 17 anos. Não tem nenhum adulto. É L.A. Então eu passei por uma fase na qual só saía, sem ser responsável, sem focar na carreira ou nas aulas, e meus empresários ficavam ‘Escute, você pode ir para qualquer lado. Você pode ser essa pessoa – não citarei nomes – ser uma atriz de reality shows. Ou você pode ir para o outro lado – ser uma atriz vencedora de prêmios.’ Isso foi um grande choque.”

[...]

Confira as fotos e a entrevista completa no ‘Continue Lendo’!

Sobre o elenco de Twilight: “Nos damos muito bem,” ela diz de suas co-estrelas, que estão todas confirmadas para no mínimo um terceiro filme. “E graças a Deus! Você pode imaginar como seria voltar tantas vezes a trabalhar juntos se não nos déssemos bem?”

Sobre a fama de Rob Pattinson: “Oh, Deus. Pobre Rob, já é um Beatle. Toda a vida dele é documentada. Se ele cutuca o nariz, sai em toda a internet. Ele é feito para isso. Eu acho que ele está meio surtando, tipo ‘O que diabos está acontecendo?’”

Mas ela também é perseguida por paparazzis: “Você não quer que tirem fotos suas quando você está saindo da boate toda acabada. É difícil…Eu recebo um telefonema da minha mãe na manhã seguinte, e ela diz, ‘Então eu soube que você saiu de novo na noite passada.’ Eu poderia ter um chip GPS na minha pele, mas não, eu tenho a internet.”

Tish Monaghan fala sobre o figurino da Saga

Uma entrevista super bacana com a figurinista de dois filmes da saga de Crepúsculo. Ela até deixa escapar um pouquinho de Eclipse, confiram:

Não há como não gostar de uma figurinista que admite estar vestindo moletom enquanto conversa com você direto de sua casa, em Vancouver. Conversamos por telefone com Tish Monaghan, que cuidou dos figurinos de Lua Nova e Eclipse. Ela falou sobre como Edward acabou usando um terno, como os músculos de Jacob ficaram ressaltados em sua camiseta (quando ele veste uma), porque os shorts da matilha tinham que ser bem apertados e mais…

ENTERTAINMENT WEEKLY: Qualquer um que escutou os comentários do DVD de Crepúsculo sabe que o Robert Pattinson não gostou muito de usar um casaco.
TISH MONAGHAN: Ele não gostou mesmo. Ele o veste em várias cenas, acho que ele acabou enjoando disso. Isso é o que eu acho. (risos) Ele queria um visual mais maduro. Aquele era o penúltimo ano do Edward na escola, e agora ele está quase se formando, está em uma relação. Ele usou blusa com capuz, jeans e tênis, e tanto o Robert quanto o Chris queriam deixar o Robert com o visual de cavalheiro, mais elegante e clássico. Nos vampiros, eu sempre quis voltar um pouco naquele tempo de quando eles se tornaram vampiros, ver se havia algo que eu pudesse deixar mais contemporâneo. Ele saiu de um período Eduardiano, lá por volta de 1910. É claro que a maioria dos homens deveria usar ternos, casacos, chapéus, essas coisas. Tivemos que escolher algo que marcasse o personagem durante o filme. No comecinho do filme, ele está usando roupas de adolescente, e aí há a festa da Bella e o desastre acontece. Assim, o Edward aparece com a mesma roupa durante o filme todo. Eu estava pensando em deixá-lo usando uma camisa e calças, mas o Robert queria que ele usasse um terno.

Então encontrei um visual moderno, assim ele chamaria atenção, algo com um corte fino, um tecido um pouco antigo, esse lindo tecido que trouxemos da Inglaterra. É na cor cinza, algo essencial para a tonalidade sombria usada pelos Cullen, alguns toques de azul, que também fazem parte, um pouco do tom ferrugem, o que eu gosto muito já que a Bella usa tons marrons, e eu gostei do jeito que esses tons ficaram perto dela. A textura geral do terno se adapta bem, não importando em qual tipo de set ele esteja: dentro da casa na festa, na floresta, no salão dos Volturi. Tínhamos que mostrar como usar o terno, e isso foi mais fácil do que se fosse uma peça de algodão. As calças são raladas no joelho, estavam amarrotadas.

Confira a entrevista completa após intervalo!

Não tenho certeza se alguém repara na calça do Edward quando ele tira a camisa na Itália.
Os fãs não veem a hora de assistir a isso, não tenho certeza se o Robert estava tão animado ao fazer isso na frente de 1.500 pessoas. Foi bem difícil para ele. Originalmente testamos nele uma camisa branca lisa, como se fosse a opção de um visual desesperançoso. Isso era também o que o Robert queria – ele queria algo o mostrasse de dentro para fora. Mas você precisa de um toque de cor para dar destaque, e pintamos o tecido de azul. Isso dá um brilho a mais à pele dos vampiros. Acho que esse é um ótimo momento pois vemos o que ele usou de setembro a maio. Quando ele vai se sacrificar, ele está desesperado. O Robert e o Chris queriam que a camisa estivesse rasgada no peito, isso foi algo que acrescentamos. É trágico vê-lo tirando a camisa porque ele está se sacrificando. É como se ele estivesse desistindo de tudo. Ele está se expondo, está completamente vulnerável, ele tira a camisa e começa a descer os degraus. É quando a Bella o alcança, e eles voltam para dentro da torre. (risos) Eu não vejo esse momento como se ele estivesse expondo seu corpo. É um momento comovente, acho que o Robert fez um ótimo trabalho nessa cena.

O rasgo na altura do peito foi para simbolizar que seu coração estava partido desde que ele perdeu a Bella?
Talvez. (risos) Eles apenas disseram “Faça um rasgo no peito.” Eu disse, “Vocês tem certeza? Nenhuma camisa está rasgada.” E eles disseram, “Sim.” E foi o que fiz.

Por que ele não continua sem camisa na cena da luta? Por que foi colocado um manto nele?
Originalmente os guardas que o encontram viriam do lado de fora da torre, é por isso que eles dão o manto a ele. Mas essa parte mudou, e eles o encontram já na parte de dentro. Então por que eles dão o manto a ele? Porque, para ser honesta, fica bem mais legal lutar vestido com esse longo manto, é algo que o protege.

Falando agora da matilha, foi mais fácil vesti-los, já que eles não usam camisa?
Ainda assim tivemos várias peças de roupas para eles. Tínhamos que ter cuidado sobre como os shorts ficariam sobre o quadril, tínhamos que ter certeza de que tudo estaria no lugar certo. Cada ator tinha um pedido diferente, mas também tínhamos os pedidos da parte dos efeitos especiais, porque se eles usassem shorts largos quando se transformassem, levaria muito tempo para o CGI se livrar dessas peças de roupas. Eles queriam que os shorts fossem bem justos, mas não de um jeito exagerado, já que os garotos normalmente não usam shorts tão apertados. (risos) Então, quando eu sabia que eles iriam se transformar, aí eles usavam shorts mais apertados, se não, eles podiam usar algo mais largo. Foram várias peças da Levi’s, American Eagle, Old Navy. Para ser honesta, eu tentei comprar aquilo que eu pensei que os lobos comprariam. (risos) Fui ao Wal-Mart. O conceito que eu tinha em mente era que a qualquer momento eles poderiam se transformar em lobos. Todos eles guardam esse segredo, enterrado em algum lugar da floresta, para onde eles correm pelados. (risos) Foi isso que imaginei. Eles têm uma coleção ilimitada de shorts.

E você prestou atenção ou não nas mangas das camisas do Jacob, a fim de mostrar seus bíceps? Porque foi um trabalho bem feito.
Absolutamente. Tudo girou em torno de fazer com que os músculos de seus braços fossem ressaltados. Há uma cena na qual ele está trabalhando na moto, e os músculos estão realmente tendo destaque na camisa que ele está usando. Ele mostra que está bem forte, e tentamos fazer o mesmo com as camisas. Não havia como não fazer isso já que ele ganhou muita massa muscular. Então o Chris deu a ideia de costurar suas roupas, para encurtar as mangas, deixá-las mais apertadas – como se ele tivesse crescido muito em pouco tempo, e não tivesse tido tempo de comprar roupas novas. Encontramos algumas marcas que se encaixavam bem nesse tipo e tinham as cores perfeitas como a The Gap, Banana Republic, American Apparel, Levi’s. Tentamos usar camisetas mais caras, mas ele ficou lindo usando-as.

Fale sobre como foi vestir os Volturi.
Eu sabia que a cena dava vida a um clima de 1700, e eles andam pelo salão usando mantos. Era muito importante se encaixar nisso e garantir ao público que eles estavam usando mantos tipo de juízes, já que aquilo era um julgamento. Pesquisei sobre esse tipo de figurino em alguns figurinos religiosos de pinturas dos anos 1300 e 1400. Para cada um dos três Volturi — Aro [Michael Sheen], Caius [Jamie Campbell Bower], e Marcus [Christopher Heyerdahl] — fizemos togas da mesma forma, mas com detalhes diferentes.

Há algum significado para a encharpe do Caius?
Ficou bem bonita. (risos) No roteiro estava escrito que o Aro usava um terno preto, porque essa cor é mais poderosa de todas. Então eu quis manter alguns elementos em preto no Caius, mas quebrando isso de alguma forma para que a cor se concentrasse no Aro. Havia muitos tons de cinza e creme no salão dos Volturi, e eu quis trazer alguns elementos vermelhos do festival religioso que acontecia lá fora para dentro do salão. Foi também uma linda textura, uma lã escocesa do tipo pashima que eu trouxe da Índia.

Agora vamos falar das garotas. A Rosalie e a Alice?
Não houve muitas chances em Lua Nova de falar sobre a história de Rosalie, mas sabemos que ela se formou. Você a vê em casa, e lá ela veste exatamente aquilo que quer. Prestando atenção à época de onde ela veio, um dos ícones que a Nikki Reed e eu discutimos foi a Veronica Lake, que uma loira sensual, glamourosa. A Alice, é claro, ainda é uma estudante e herdou o visual fashion de Crepúsculo, e queríamos continuar com isso. Queríamos deixá-la bem fofa e feminina, dando mais atenção aos casacos, luvas de lã, e lenços em seu pescoço. Acho que tudo isso ajudaria a cobrir as partes de seu corpo que poderiam vir a brilhar. E quando ela vai à Itália, eu tinha em mente a Audrey Hepburn. Você tem uma mulher dirigindo um Porsche, que originalmente deveria ser conversível, eu queria que ela usasse um lindo lenço no pescoço, óculos de sol grandes. Quando eu falei desse visual de Audrey Hepburn a Ashley, ela disse “Ai Meu Deus, ela é o meu ícone!” A coisa mais engraçada foi quando eu vi a Ashley ao lado de seu dublê em Montepulciano, eles estavam igualzinhos. Ela estava linda, pálida, com uma carinha de fada, usando o lenço, luvas vermelhas e uma jaqueta Michale Kors, e seu dublê usava o mesmo, mas ele tinha um belo nariz estilo romano, e o dobro de seu tamanho. Foi divertido.

Qual foi sua ideia para o visual da Bella?
Acho que a figurinista do filme anterior captou essa coisa da garota que se sentia deslocada, que acabou de se mudar para um lugar novo. Eu queria continuar com isso, já que ela é uma garota prática. Ela não se veste para seduzir, ela veste uma jaqueta se está frio, ela usa roupas sobrepostas porque provavelmente sente mais frio do que a maioria das garotas de Forks. Conversando com a Kristen, ela também queria um visual mais maduro para a Bella. No começo do filme, ela está feliz e apaixonada pelo Edward, ela quer dar um colorido ao seu mundo, usar tons alegres. Quando ele a deixa, ela meio que fica desleixada, e volta ao que era. Mas os tons de marrom que ela usa são coisas ligadas ao mundo do Jacob. Ela não volta a usar esses tons coloridos até reencontrar o Edward.

Qual peça de roupa da Bella você acha que as pessoas irão querer usar também?
Uma camisa verde da Boy by Band of Outsiders que ela usa nas cenas na Itália.

No final das contas, em qual personagem você mais se arriscou?
No Laurent. O Chris queria que ele e a Victoria ficassem mais elegantes, menos rock ‘n roll. O Laurent usava uma jaqueta de couro, calças bem legais e andava descalço, e o vestimos com um terno e sapatos. (risos) Fizemos o terno, mas eu diria que minha inspiração para o Laurent foi o Alexander McQueen. E eu não fui tão longe quanto queria. Havia esse incrível e longo casaco xadrez de pele de cabra, que ia até os pés, mas era arriscado demais. Ficaria algo muito exagerado. Encontramos ternos bem legais em Seattle.(risos)

Última pergunta: O que você pode nos adiantar sobre o figurino de Eclipse?
Voltamos ao ano de 1700, e fizemos uma tribo Quileute completa. Visitei museus, pesquisei sobre algumas roupas antigas, li diários de marinheiros sobre seus primeiros encontros com os índios na costa noroeste do Pacífico. Fizemos os vampiros na Guerra Civil, os anos de 1930, nosso mundo contemporâneo, fantasiamos com os Volturi voando para Forks, em Washington. Fizemos um exército de recém nascidos. Coisas bem legais.

“Eclipse”: Robert Pattinson e Kristen Stewart chegam em 3D


Terceiro filme da saga "Crepúsculo" será digitalizada em 3D, anunciou a produtora do filme

QUEM Online

Divulgação
Edward e Bella em imagem do terceiro filme da saga, "Eclipse", divulgada pela "People"
Assistir Robert Pattinson e Kristen Stewart na pele de Edward Cullen e Bella Swan no cinema já é muito bom, mas o terceiro filme da saga "Crepúsculo" promete ser ainda melhor.

As produtoras Imax e Summit Entertainmet anunciaram ontem (9), que "Eclipse" será lançado nos cinemas em 3D, além das salas regulares.

Mas os fãs só poderão conferir à remasterização digitalizada para 3D em 30 de junho do ano que vem, quando o filme entra em circuito mundial. Em menos de um mês, o segundo filme da saga, "Lua Nova", já arrecadou mais de US$ 500 milhões.

Quarto filme da série Crepúsculo é oficializado

A Summit Entertainment aparentemente já começou a se preocupar com o quarto capítulo da série Crepúsculo no cinema.

Enquanto as filmagens de Eclipse, o terceiro filme, estão acontecendo em Vancouver, Canadá, uma nova produtora, a Sunswept Entertainment, entra para começar a pré-produção de Amanhecer (Breaking Dawn).

O novo longa deve voltar a Portland, no estado do Oregon (EUA), onde a primeira adaptação dos livros de Stephenie Meyer foi filmado. A cidade, inclusive, já oferece visitas guiadas ao locais que serviram de cenário do romance vampírico - e deve assistir a um novo interesse turístico das fãs da saga com o desfecho sendo rodado por lá.

As filmagens, porém, não começarão antes de setembro de 2010. Não há diretor contratado ainda e a seleção de elenco para a importante personagem Renesmee Cullen.

Stephenie Meyer vence processo de plágio

O judiciário estadunidense encerrou o processo de plágio movido por Jordan Scott contra Stephenie Meyer. O juiz Otis D. Wright II determinou em sua sentença que Amanhecer, quarto livro da série Crepúsculo, não tem grandes pontos em comum com The Nocturne, livro de Jordan Scott de 2006 e publicado pelo Yorkshire Publishing Group em 2009.

Segundo o processo, Jordan Scott acusava Stephenie Meyer de copiar trechos de seu livro, como o casamento, uma gravidez de risco e a transformação de um humano em vampiro. O livro de Scott, originalmente publicado em partes no site da autora, descreve um romance entre um bruxo e uma adolescente na França do século XV.

Em resposta às acusações, a sentença declara que os personagens dos dois livros são muito diferentes. O juiz Wright também determinou diferenças substanciais na linguagem dos livros, relatando que The Nocturne usa um amálgama de termos arcaicos e modernos, enquanto Amanhecer segue o tom contemporâneo dedicado a atrair a audiência jovem.

A sentença termina com uma censura a Jordan Scott por manipular aspectos dos trabalhos para criar a aparência de semelhança.